Histórico
De uma pequena fundição de utensílios domésticos
a uma Companhia de relacionamentos globais.
Fundada em 8 de março de 1924 como uma pequena fundição e oficina de reparos mecânicos, a Electro Aço Altona teve origem sob o nome Auerbach & Werner, resultado da união dos sobrenomes de seus fundadores, Paul Werner e Ernest Auerbach.
Produzindo inicialmente panelas de ferro, máquinas de moer carne, balanças de precisão e implementos agrícolas, a Companhia cresceu de forma consistente e, em 1934, adquiriu um forno de fusão elétrica a arco, marcando o início de sua atuação na fundição de aço. A partir desse marco, passou a ser reconhecida como Electro Aço Altona.
A década de 1940 foi marcada pelos impactos da Segunda Guerra Mundial. Nesse mesmo período, a Companhia deu um importante salto tecnológico ao desenvolver a produção de sinos em aço, substituindo os tradicionais sinos de bronze. Já em 19 de janeiro de 1950, a Altona obteve seu registro junto ao BC/DMC (Banco Central/Diretoria do Mercado de Capitais), órgão que mais tarde deu origem à atual Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Em meados da década de 1960, a Electro Aço Altona passou por um período de intensos investimentos e consolidou-se como uma das grandes indústrias brasileiras do setor. A expansão tornou-se uma realidade e, em 1973, a Companhia ultrapassou fronteiras ao iniciar suas atividades de exportação, fornecendo peças fundidas para mercados como os Estados Unidos e a Alemanha.
Na década de 1990, a Companhia instalou um forno de refino AOD (Argon Oxygen Decarburization), ampliando sua capacidade para produzir ligas especiais e aços resistentes a altas temperaturas. Outros investimentos relevantes marcaram o período, como a aquisição de espectrômetros, a instalação de centros de usinagem e a implementação de unidades de medição tridimensional, fortalecendo ainda mais a precisão e a qualidade dos seus processos produtivos.
Diante das exigências de um mercado cada vez mais rigoroso, a busca por certificações tornou-se indispensável. Em 1994, a Altona destacou-se ao conquistar as certificações do IBQN e da norma ISO 9002, que atestam a qualidade dos processos industriais. Com isso, tornou-se uma das primeiras fundições em aço do Brasil a alcançar esse reconhecimento.
Constante atualização para um novo século
Em pleno terceiro milênio, a Companhia manteve seu compromisso com a constante atualização. Em 2000, foi destacada pela Revista Exame como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil.
Buscando ampliar sua participação no mercado internacional, em 2003, a Altona participou da feira EUROPORT — o maior evento global dos setores de dragagem, naval e offshore — tornando-se a primeira empresa privada brasileira a marcar presença na feira.
Em 2006, a Companhia conquistou a certificação ISO/TS 16949, um importante avanço para o fornecimento de peças com o mais alto padrão de qualidade de processo para clientes do setor automotivo e em 2008 obteve a re-certificação ISO 9001:2008, reafirmando seu compromisso com a excelência em gestão da qualidade.
Após os impactos da crise de 2009/2010, o biênio de 2011/2012 foi marcado por um ciclo significativo de investimentos no processo produtivo. Nesse período, a Altona adquiriu modernos centros de usinagem, fornos de tratamento térmico, equipamentos de moldagem e macharia, além de softwares de engenharia mecânica e tecnologias voltadas à sustentabilidade e ao meio ambiente.
Há 100 anos, a Altona assumiu o compromisso de transformar o aço em soluções que impulsionam o desenvolvimento. Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como referência em excelência na produção de fundidos em aço e ligas especiais.
É com esse mesmo espírito empreendedor que o início deste novo complexo industrial se torna um marco de evolução e prosperidade na história da Companhia.